Por Moçambique finalmente parece que as coisas estão a voltar ao normal. Os centros estão abertos e as escolas estão a funcionar novamente.
Dois meninos que já terminaram a sua formação estão a trabalhar como técnicos de saúde. Um orgulho para nós.
O mês passado tivemos também a cerimónia de graduação do Santos Junior (na foto abaixo), um dos primeiros jovens a fazer parte dos Padrinhos de Portugal. Entrou em 2002 para o Centro do Alto da Manga e completou agora a sua licenciatura em Ciências Aturiais na Universidade Zambeze e já está a trabalhar num banco na cidade da Beira.
Este mês teremos também a graduação de mais 2 afilhados do centro de Marracuene, o Danilo em Direito e a Fátima em Contabilidade e Auditoria.
São estes jovens que nos fazem acreditar que estamos no bom caminho e que todo o esforço dos padrinhos vale a pena.
Muito obrigada a todos.
Aproveito também para relembrar que já estamos quase no Natal :-)
Todos aqueles que queiram que se compre um presente para o seu afilhado agradecia que enviasse um donativo para o mesmo até dia 15 de Novembro. O nib é o do costume. Peço só que me envie um e-mail a avisar que fez a transferencia. Obrigada!!!
Este projeto começou em Novembro de 2002, depois de ter estado dois meses a trabalhar como voluntária na Cidade da Beira, em Moçambique, junto de crianças extremamente carenciadas. A vontade de fazer algo mais e com uma maior continuidade, levou a que surgisse a ideia de montar um semi-internato no Alto da Manga, um bairro localizado no mato, acerca de quinze quilómetros da Cidade da Beira.
Comecei por pedir a ajuda de um padre e de uma freira locais, que se responsabilizaram desde logo pela gestão do projeto no terreno, e iniciei então a seleção de dez crianças oriundas de famílias bastante desfavorecidas.
O projeto começou com 10 crianças e 10 padrinhos. Atualmente são 600 e o esforço que tem sido feito tem levado a que muitos destes meninos tenham capacidade para entrar no mercado de trabalho.
Catarina Serra Lopes
padrinhosdeportugal@gmail.com
Com 40€ mensais pode pagar as despesas de saúde, uma refeição diária, livros, cadernos, lápis, canetas, matrícula, propinas e farda, a uma criança de Moçambique que dificilmente o poderá fazer sem a sua dádiva.
De forma a potenciar a Associação e a encetar novos projetos, complementares ao apoio às crianças, os Padrinhos de Portugal aceitam contribuições esporádicas de empresas e particulares, sem ser necessário um apadrinhamento permanente. Para efeitos fiscais é passado um recibo ao abrigo da lei do mecenato
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